segunda-feira, 30 de novembro de 2009


D`EUS
A Unidade de nossos EUS


Eu sou a Essência Absoluta, Sou Arquinatural.
Onisciente e Onipresente, Sou a Mente Universal.
Sou a Causa Originária, Sou o Pai Onipotente.
Sou Distinto e Sou o Todo, Eu Sou Ambivalente.
Estou Fora e Dentro, Estou em Cima e em Baixo.
Eu Sou o Todo e a Parte, Eu é que a tudo enfaixo.
Sendo a Divina Essência, Me Revelo também Criação.
Respiro na Minha Obra, sendo o Todo e a Fração.

Estou em vossas profundezas, sempre a vos Manter, pois Sou a vossa Existência, a vossa Razão de Ser.
Falo no vosso íntimo,e também no vosso exterior.
Estou no cérebro e no coração, porque Sou o Senhor.
Vinde pois a Meu Templo, retornai portanto a Mim.
Estou em vós e no Infinito, Sou Princípio e Sou Fim.
De Minha Mente sois filhos.
Vós sereis sempre deuses,e marchando para a Verdade, ruireis as vossas cruzes.

Não vos entregueis a mistérios, enigmas e rituais. Eu quero Verdade e Virtude.
Nada de "ismos" e tais, que de Mim partem as Leis, e quando nelas crescerdes, em meus fatos crescereis para Minhas Glórias terdes.

Eu não Venho e não Vou, Eus Sou o Eterno e o Presente.
Sempre Fui e Serei, em vós, a Essência Divina Patente.
A vossa presença é em Mim, e Quero-a plena e crescida, acima de simulacros, glorificando em Mim a Eterna Vida.

Abandonando os atrasados e mórbidos encaminhamentos, que lembram tempos idólatras e paganismos poeirentos, buscai a Mim no templo Interior.
Em Virtude e Verdade, e unidos a Mim tereis, em Mim, a Glória e a Liberdade.

Sempre Fui, Sou e Serei em vós a Fonte de Clemência, aguardando a vossa Santidade na Integral Consciência.
Não quero formas e babugens, mas filhos conscientes. Filhos Colaboradores Meus pela União de Nossas Mentes.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009


Uma Mirada no Futuro

"Por detrás dos muros do presente, ouvi os hinos da humanidade. Ouvi os sons dos sinos anunciando o começo da oração, mo Templo da Beleza. Sinos fundidos com o metal da emoção e suspensos sobre o altar sagrado, o Coração Humano.
Por detrás do futuro, vi multidões venerando, no seio da natureza, suas faces voltadas para o Oriente e esperando a inundação da luz da manhã, Manhã da Verdade.
Vi a cidade em ruínas e nada permaneceu para contar ao homem as derrotas da ignorância e o triunfo da Luz.
Vi os antepassados sentados à sombra dos ciprestes e dos salgueiros, cercados de jovens que ouviam suas lendas sobre os tempos idos.
Vi os jovens dedilhando suas violas, tragando seus cigarros de palha e as raparigas de tranças soltas, que dançavam sob os jasmineiros.
Vi os maridos colhendo o trigo e as esposas juntando os feixes e cantando alegres canções.
Vi uma mulher adornando-se com uma coroa de lírios e um cinto de folhas verdes.
Vi a amizade estender-se do homem a todas as criaturas, bandos de pássaros e borboletas, trocando confidências e segredos, esvoaçando sobre os regatos.
Não vi pobreza; nem encontrei abusos. Vi a fraternidade e a igualdade prevalecendo entre os homens.
Não vi nenhum médico, pois todos tinham meios e conhecimentos para curar-se a si mesmos.
Não vi nenhum pregador, pois a consciência tornou-se o Grande Evangelho. Nem vi nenhum jurista, pois a natureza tomou o lugar dos tribunais e os tratados de amizade e solidariedade estavam em vigor.
Vi que o homem sabia ser ele a pedra angular da criação e se impusera à pequenez e à vileza, retirando o véu da confusão dos olhos da alma. Esta alma agora lê o que as nuvens escrevem sobre a face do céu e o que a brisa desenha na superfície da água. Ela compreende o significado do hálito das flores e dos cantos do rouxinol.
Por trás do muro do presente, sobre o palco de anos passados, vi a Beleza como uma noiva, o Espírito como um noivo e a Vida como um Grande Cerimonial."