segunda-feira, 18 de janeiro de 2010


A Grandeza da Renúncia

Alberto Dürer, o excelente pintor alemão, antes de notabilizar-se, necessitando de estudar, combinou com um jovem amigo, igualmente artista, sobre a necessidade de se transladarem para um núcleo de maior cultura no qual aprimorariam o estilo. Para tanto, porque não disporem de um Mecenas que os ajudasse, um trabalharia na função de lavador de pratos, enquanto o outro pintava, de modo que, com a venda dos primeiros quadros, o que trabalhava passaria a estudar.
Estabelecidas as bases do comprometimento, os dois amigos deram início ao labor, afirmando Alberto: “Eu me dedicarei ao trabalho”, pelo que o outro respondeu: “Eu sou mais velho e já tenho emprego no restaurante”.
Aquiescendo com o amigo, Dürer começou a estudar e a pintar.
Quando reuniram uma soma que permitia que o outro estudasse, o mesmo largou o trabalho e dirigiu-se à Escola. Percebeu, porém, que a atividade rude tirava-lhe a sensibilidade táctil, desequilibrara-lhe o ritmo motor, dando-se conta de que nunca atingiria a genialidade, ainda mais, descobrindo a qualidade superior do amigo.
Dotado de sentimentos nobres renunciou à carreira e prosseguiu trabalhando.
Numa noite em que Dürer retornou ao estúdio, ao abrir silenciosamente a porta, estacou na sombra, vendo pela clarabóia do teto o reflexo do luar que se adentrava, iluminando duas mãos postas em atitude de prece. Era o amigo, ajoelhado, que rogava bênçãos para o companheiro triunfar na pintura.
O artista, comovido ante a cena, imortalizou-a numa pequena tela, que passou à posteridade no “Estudo para as mãos de um apóstolo”, para o altar de Heller, hoje na Albertina, em Viena.
A renúncia é a emoção dos Espíritos Superiores transformada em bênçãos pelo caminho dos homens.
Quem renuncia estabelece para o próximo a diretriz do futuro em clima de paz.
A renúncia é melhor para quem a oferta.
Poder ceder, quando é fácil disputar; reconhecer o valor de outrem, quando se lhe está ao lado, ensejando-lhe oportunidade de crescimento; ajudar sem competir, são expressões elevadas da renúncia que dá à vida um sentido de significativa grandeza.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Olho de Horus - Parte 01



A Escola dos Mistérios

Assistam esse belo vídeo até o final. Vale a pena!
Para ver a continuação é só continuar seguindo os links.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Convite à Bem-Aventurança!!!


Convite à Bem-Aventurança!!!
Um Sonho de Nova Era... Uma Nova História Chamada Realidade!


“As pessoas virão!
Elas virão por razões que nem imaginam.
Irão ler e ouvir estas palavras sem saber exatamente o porque.
Virão inocentes como crianças...
...em busca do passado, do inconsciente.
Se sentirão à vontade por relembrarem que cada minuto vale muita felicidade.
Descobrirão que têm lugares reservados para um Grande Espetáculo, que já está se iniciando...
...onde lá já estiveram e se divertiram quando crianças.
Assistirão ao Espetáculo, e se sentirão mergulhadas em águas mágicas de revelações.
Serão transportadas para o cenário cinematográfico de “Guerra nas Estrelas”, quando no clímax da última luta o personagem “Ben Konobi” diz a “Skywalker”:
- Desligue o seu computador, desligue a máquina e seja você mesmo. Siga seus sentimentos, confie em seus sentimentos!
Viverão a experiência de quem experimenta, vibra com cada pulsação de seu coração. Sente com cada toque de suas mãos, chora de alegria com cada uma de suas lágrimas. Contempla e se inspira com o mágico calor do fogo, suspira e se expressa com o harmônico fluir das águas, enquanto respira o invisível alento dos ventos que nos faz renascer a cada instante.
Irão relembrar que este Grande Espetáculo sempre esteve conosco, o tempo todo, a cada minuto de nossas vidas. Bem lá dentro de nós mesmos.
Basta abrir os olhos.
Enxergar com o coração.
Sentir.
Simplesmente Ser...
Relembrarmos claramente de tudo que já foi bom, e que poderá e será, infinitamente melhor, na Bem-Aventurança do estar Vivo, Aqui e Agora!
As pessoas virão!
Elas certamente virão!
Bem-Vindo ao Sonho que já começa a se Realizar!
Você é o Navegador e a Bússola que irá guiá-lo a um Novo Tempo e uma Nova Terra!!!
Relembre o Nosso Mantra:

Navegadores do Infinito!
Para ser um Navegante da Terra é preciso ser a Terra!
Nenhum vestígio de medo.
Nenhum vestígio de rancor.
Nenhum vestígio de orgulho.
Nenhum vestígio de auto piedade.
Mas, sim:
Todos os vestígios de Coragem.
Auto compreensão.
Perdão e Amor Incondicional.
Persiga a sua Bem-Aventurança!
Não tenha medo que as portas se abrirão,
lá onde você nem imaginava que havia portas.”


“In Lake’ch!!!”
(Eu Sou o Outro Você!!!)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009


KOKOPELLI
A Fertilidade da Terra na Encantada Bem-Aventurança de Homens e Mulheres de Boa-Vontade !


Kokopelli era um brioso Tolteca que chegou a Aztlan vindo do coração do México. Aztlan foi o local onde se originou a poderosa Nação Asteca antes que ela construísse sua capital no meio de um lago, numa ilha conhecida, hoje em dia, como Cidade do México. A fronteira norte de Aztlan ficava ao sul de Colorado e cobria todo o vale do Rio Grande no Novo México. Aztlan era povoada pelas pacíficas Nações do Pueblos. Esses Pueblos eram fazendeiros e habitavam as encostas das montanhas. Dependiam dos Seres-Trovão e do Arco-Íris Rodopiante para alimentar as Três Irmãs: Milho, Abóbora e Feijão. Que garantiam sua sobrevivência.
O nome de Kokopelli evoca muitos mitos e lendas. Todas as histórias concordam numa coisa: ele tocava a Flauta Índia. Dizia-se que sua música trazia fertilidade para a Terra e o Povo. A zona onde ele era cultuado, que vai do sul do México às regiões do Sul do Colorado, é marcada por pedras com a imagem de um flautista corcunda. Sua vida era contada com tintas coloridas ao redor de muitas Fogueiras de Conselho, e preces em seu louvor eram entoadas em inúmeros Kivas. Dizem que sua semente era sagrada e que sua linhagem gerou crianças dotadas de talentos especiais. Qualquer mulher escolhida por Kokopelli como consorte era honrada no seio de seu povo, pois gerava um filho pertencente à raça dos deuses.

Agora relaxe, feche os olhos, respire suavemente e profundamente.
Sinta esta história...


Era uma noite de outono, e nós estávamos sentados ao redor de uma fogueira, no alto das montanhas de San Miguel de Allende. A música, suave e inspiradora, ecoava pela parede do desfiladeiro. Uma nova imagem se formava: a Mesa Verde estava repleta de habitações no alto da encosta, as fogueiras brilhantes ardiam, e todo o povo olhava maravilhado, observando Kokopelli transformar a música encantada de sua flauta numa poção milagrosa, que alimentava os corações dos jovens e dos velhos.
Subitamente um Corvo pousou bem no alto da cidade, assistindo junto com todo o povo, aos Mestres das Mágicas, Kokopelli. Ele não tinha corcunda, pois sua corcunda estava sentada ao seu lado e devia ser a sacola de objetos sagrados e de cura que ele havia trazido para utilizar por onde andasse. Sua flauta parecia brilhar à luz da fogueira, e ele empregava os reflexos do fogo e o som de sua música para elevar todo aquele público.
Havíamos tido um ano de seca e havia pouca esperança de que voltasse a chover. As penas do cocar de Kokopelli eram brilhantes, penas vermelhas de arara, que davam a ilusão de que o corpo dele se banhava na Chama Eterna da paixão e da criatividade.
O Fogo da Fertilidade que coroava sua cabeça também se irradiava de seu corpo enquanto ele se inclinava oscilante diante do fogo tribal. Ao terminar de tocar a sua flauta, embrulhou-a como se fosse um pano brilhante e ofereceu-a à Grande Nação das estrelas. Suas palavras alcançaram os recantos mais distantes do povoado:
“Esta flauta leva a música das estrelas à Grande Mãe Terra, e convoca os Seres-Trovão a virem fazer amor com ela. Esta união dará ao povo uma criança que um dia o conduzirá de volta às estrelas, através da Terra Interior da qual todos vieram.”
Uma lufada do ar gelado da montanha passou pelo corpo do Corvo, subiu o desfiladeiro e foi atiçar as brasas do fogo tribal, causando um redemoinho que explodiu, enchendo o céu noturno de fagulhas que lembravam estrelas. Os murmúrios de admiração saídos da boca do povo ecoaram pela noite escura. Subitamente , a luz que os Seres-Trovão lançaram foi o suficiente para que todos vissem as massas do Povo Nuvem que já haviam se agrupado nos céus, em resposta ao chamado de Kokopelli.
Uma vez mais o povo gritou, espantado com a mágica realizada por este Semi-Homem, Semi-Deus, Kokopelli. Até mesmo os bebês, que já estavam dormindo, acordaram para apreciar o espetáculo mágico de Kokopelli. Certamente a chuva, há muito esperada, viria para alimentar as Três Irmãs, e o povo conseguiria sobreviver. Kokopelli recomendou que todos apanhassem seus potes de barro e recolhessem a água da chuva para usar futuramente. Os trovejadores gritavam que a chuva ia começar.
Os Bastões de Fogo criaram um grande jogo de luzes antes que o Trovão retumbante quebrasse o silêncio da noite. Além deste som só se ouvia a corrida dos pés metidos nas sandálias de fibra de iúca, subindo e descendo escadas em busca dos potes. Só uma jovem ficou parada, em pé, perto da praça principal. Ela olhava para cima e observava, maravilhada, os relâmpagos que iluminavam o céu noturno, enquanto os outros, ao seu redor, não paravam de correr de um lado para o outro.
Kokopelli olhou para o seu rosto tão maravilhado, bonito e inocente, e aproximou-se dela, ainda segurando a flauta como se fosse uma criança. A jovem demonstrava tanta serenidade que chamou sua atenção. E Kokopelli disse:
“Por que não foi buscar seus potes?”
“Já estão lá em cima.” – respondeu ela.
Kokopelli perguntou o seu nome, e ela respondeu:
“Chamam-me Flor da Neve do Clã de Inverno do Milho Branco.”
“Porque é que seus potes já estão lá em cima, Flor da Neve?” - perguntou ele.
“Porque a sua flauta me chamou assim que você começou a subir o desfiladeiro e me revelou que você traria a chuva.” – respondeu ela.
Kokopelli ficou intrigado. Nisto, ela olhou para ele e sorriu.
Kokopelli lhe sorriu de volta. Tinha acabado de entender a sua mensagem.
“Então é você!” – exclamou ele.
O Xamã do Clã da Águia começou a convocar o povo para uma oração de Graças. Neste mesmo instante os primeiros seres do Povo da Chuva começaram a tocar os seios da Mãe terra. Kokopelli pegou Flor da Neve pela mão e conduziu-a suavemente até a fogueira. Todos os olhares do povo observavam o casal, que se encaminhava para o centro da aldeia. Terminada a oração, Kokopelli colocou sua flauta nos braços de Flor da Neve, como se fosse um bebê. Este gesto significava que aquela mulher partilharia de sua música e de sua semente dali por diante.
A Magia pairava no ar, e o filho desta união usaria a Magia de Cura do Corvo para ajudar o povo a redescobrir o seu caminho de volta às estrelas.

Segundo a lenda, os Pueblos vieram abrindo caminho do mundo interior, logo após a Criação. Enquanto isso, os espíritos de seus Ancestrais retornavam ao mundo interno até que soasse a hora de caminhar novamente pela Terra. Kokopelli revelou ao povo que houve um momento, antes da Criação, em que cada pessoa era uma fagulha da Chama Eterna do Grande Mistério, que havia caído sobre a Terra para semear a Mãe com os seus pensamentos, idéias e ações férteis. Kokopelli também revelou que todos se tornariam Vagalumes na Grande Nação do Céu, no dia em que os sangues, Tolteca e Pueblo, se unissem num só sangue.
Contam os astecas que nove meses depois Flor da Neve deu à luz um menino, que se tornou um grande líder espiritual do Clã da Águia. A sua Magia de Cura consistia em unir o Carinho de sua Mãe ao poder de Fogo de seu Pai. Aquele local, chamado de Mesa Verde, já está abandonado há alguns séculos. Portanto, uma pergunta ficou pairando no ar: teria este povo deixado o Planeta Terra para ir viver na Grande Nação das Estrelas?
Se isto for verdade, a fertilidade e a abundância de Kokopelli continuam brilhando, até hoje, em nosso mundo, durante todas as noites do ano.
Para melhor compreender os ensinamentos de Kokopelli, deveríamos examinar as nossas próprias idéias de União com o Divino. Quando abordamos a nossa vida com confiança, deixando de lado o ceticismo, abrimos espaço para que nossas mentes se tornem um terreno fértil de nossa evolução. Este ciclo de crescimento permite que cada um de nós ouça a música de sua própria Magia. Cada criatura que vive na Terra é Mágica. Cada um de nós representa uma criação única, que surgiu do Grande Mistério. A partir do momento em que assumimos esta Magia, passamos a encontrar o nosso Poder de Cura pessoal, que se manifesta através do uso correto de nossos próprios dons, talentos e habilidades.
Podemos encontrar a fertilidade em nossa vida através de uma busca sincera, permitindo que a nossa Magia pessoal se expresse de forma criativa e deixando-a fluir através de nosso Ser, ao invés de bloqueá-la. Kokopelli vive tocando a sua flauta e tecendo a Magia de suas canções, fazendo-nos recordar que a Magia é, simplesmente, uma mudança pessoal em nosso nível de consciência. Se quisermos plantar sementes que caiam em terreno fértil, devemos transformar nossa visão de mundo, permitindo que os nossos talentos se expressem de forma mais construtiva.
“Grande Alma, a hora é agora, o Poder é Você!!!”

segunda-feira, 30 de novembro de 2009


D`EUS
A Unidade de nossos EUS


Eu sou a Essência Absoluta, Sou Arquinatural.
Onisciente e Onipresente, Sou a Mente Universal.
Sou a Causa Originária, Sou o Pai Onipotente.
Sou Distinto e Sou o Todo, Eu Sou Ambivalente.
Estou Fora e Dentro, Estou em Cima e em Baixo.
Eu Sou o Todo e a Parte, Eu é que a tudo enfaixo.
Sendo a Divina Essência, Me Revelo também Criação.
Respiro na Minha Obra, sendo o Todo e a Fração.

Estou em vossas profundezas, sempre a vos Manter, pois Sou a vossa Existência, a vossa Razão de Ser.
Falo no vosso íntimo,e também no vosso exterior.
Estou no cérebro e no coração, porque Sou o Senhor.
Vinde pois a Meu Templo, retornai portanto a Mim.
Estou em vós e no Infinito, Sou Princípio e Sou Fim.
De Minha Mente sois filhos.
Vós sereis sempre deuses,e marchando para a Verdade, ruireis as vossas cruzes.

Não vos entregueis a mistérios, enigmas e rituais. Eu quero Verdade e Virtude.
Nada de "ismos" e tais, que de Mim partem as Leis, e quando nelas crescerdes, em meus fatos crescereis para Minhas Glórias terdes.

Eu não Venho e não Vou, Eus Sou o Eterno e o Presente.
Sempre Fui e Serei, em vós, a Essência Divina Patente.
A vossa presença é em Mim, e Quero-a plena e crescida, acima de simulacros, glorificando em Mim a Eterna Vida.

Abandonando os atrasados e mórbidos encaminhamentos, que lembram tempos idólatras e paganismos poeirentos, buscai a Mim no templo Interior.
Em Virtude e Verdade, e unidos a Mim tereis, em Mim, a Glória e a Liberdade.

Sempre Fui, Sou e Serei em vós a Fonte de Clemência, aguardando a vossa Santidade na Integral Consciência.
Não quero formas e babugens, mas filhos conscientes. Filhos Colaboradores Meus pela União de Nossas Mentes.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009


Uma Mirada no Futuro

"Por detrás dos muros do presente, ouvi os hinos da humanidade. Ouvi os sons dos sinos anunciando o começo da oração, mo Templo da Beleza. Sinos fundidos com o metal da emoção e suspensos sobre o altar sagrado, o Coração Humano.
Por detrás do futuro, vi multidões venerando, no seio da natureza, suas faces voltadas para o Oriente e esperando a inundação da luz da manhã, Manhã da Verdade.
Vi a cidade em ruínas e nada permaneceu para contar ao homem as derrotas da ignorância e o triunfo da Luz.
Vi os antepassados sentados à sombra dos ciprestes e dos salgueiros, cercados de jovens que ouviam suas lendas sobre os tempos idos.
Vi os jovens dedilhando suas violas, tragando seus cigarros de palha e as raparigas de tranças soltas, que dançavam sob os jasmineiros.
Vi os maridos colhendo o trigo e as esposas juntando os feixes e cantando alegres canções.
Vi uma mulher adornando-se com uma coroa de lírios e um cinto de folhas verdes.
Vi a amizade estender-se do homem a todas as criaturas, bandos de pássaros e borboletas, trocando confidências e segredos, esvoaçando sobre os regatos.
Não vi pobreza; nem encontrei abusos. Vi a fraternidade e a igualdade prevalecendo entre os homens.
Não vi nenhum médico, pois todos tinham meios e conhecimentos para curar-se a si mesmos.
Não vi nenhum pregador, pois a consciência tornou-se o Grande Evangelho. Nem vi nenhum jurista, pois a natureza tomou o lugar dos tribunais e os tratados de amizade e solidariedade estavam em vigor.
Vi que o homem sabia ser ele a pedra angular da criação e se impusera à pequenez e à vileza, retirando o véu da confusão dos olhos da alma. Esta alma agora lê o que as nuvens escrevem sobre a face do céu e o que a brisa desenha na superfície da água. Ela compreende o significado do hálito das flores e dos cantos do rouxinol.
Por trás do muro do presente, sobre o palco de anos passados, vi a Beleza como uma noiva, o Espírito como um noivo e a Vida como um Grande Cerimonial."

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

10-Como Participar

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Até já!